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Fortaleza

Postada em 18/01/2021 ás 12h44

Publicada por: Liliane Alves

Fonte: Mceará

Três mulheres foram mortas no fim de semana na Grande Fortaleza
As três mulheres mortas no Jardim Bandeirantes, Carlito Pamplona e na Pajuçara
Três mulheres foram mortas no fim de semana na Grande Fortaleza

Foto: Reprodução

 

 

 

Três mulheres foram mortas no fim de semana na Grande Fortaleza. Os crimes aconteceram em Fortaleza e Maracanaú e a forma como foram praticados se assemelharam: as vítimas foram executadas a tiros e pedradas.

 

Nenhum suspeito foi preso e a Polícia segue nas investigações para identificar os assassinos. Em apenas duas semanas de 2021, já foram registrados 17 assassinatos de mulheres no estado.

 

O primeiro assassinato aconteceu na manhã de sábado (16), quando populares se depararam com o corpo de uma mulher no Jardim Bandeirantes, bairro pertencente à cidade de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

 

A vítima foi encontrada semidespida e com marcas de muita violência. Foi morta a pedradas. No local, surgiram informações extraoficiais de que a mulher se chamava Vitória. A Polícia não confirmou. A Perícia Forense foi ao local e não descartou a hipótese da vítima ter sido violentada. Ainda no sábado, outra mulher – sem nenhuma identificação – foi encontrada agonizante, com os cabelos raspados e marcas de tiros nas costas e na nunca. A vítima foi localizada por populares na esquina das ruas Cruzeiro do Sul e Professor José Bonifácio, no bairro Carlito Pamplona. A vítima, em estado gravíssimo, foi levada por uma ambulância do Samu para o IJF-Centro, mas não resistiu.

 

Na manhã do domingo (17), outra mulher foi assassinada em Maracanaú. O corpo com marcas de tiros na cabeça e apedrejamento foi encontrado no Distrito de Pajuçara. Moradores do local não reconheceram a vítima.

 

Acredita-se que a mulher tenha sido sequestrada e morta noutro local e o corpo deixado em Maracanaú. A vítima não portava documentos e o corpo foi encaminhado à Coordenadoria de Medicina Legal (Comel) da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), como indigente.

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