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TERESINA

Postada em 20/11/2019 ás 08h48 - atualizada em 27/01/2020 ás 21h36

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Obstrução de passeio público gerou 172 notificações este ano
Em 2018 foram 84 notificações e em 2017, 198.
Obstrução de passeio público gerou 172 notificações este ano

Fiscais Notificando Proprietários

Dados da gerência de Fiscalização da SDU Sul apontam que 172 pessoas foram notificadas por obstrução de passeios na zona Sul entre os meses de janeiro e outubro deste ano. São considerados passeios áreas públicas para passagem de pedestres, como calçadas, canteiro central e praças. Em 2018 foram 84 notificações e em 2017, 198.

Os exemplos mais comuns são de casos onde proprietários de lojas expõem seus produtos nas calçadas, de bares e lanchonetes que colocam mesas e cadeiras na frente do estabelecimento, sem deixar espaço para as pessoas transitarem, e ainda de materiais de construção espalhados nas calçadas.

Um caso, por exemplo, foi constatado na manhã desta sexta-feira (29) por fiscais da SDU Sul durante operação realizada no bairro Moradora Nova. “Nosso objetivo é não penalizar ninguém, mas precisamos agir para que as pessoas possam transitar pelas calçadas sem precisar se arriscar dividindo espaço com carros e motos nas ruas e avenidas”, lembrou Rogério Rodrigues, gerente de Fiscalização da SDU Sul. O proprietário do material de construção foi notificado para retirar o material da via pública.

De acordo com dados do Relatório do Programa Vida no Trânsito, no primeiro semestre de 2019, foram acidentados 109 pessoas com idade superior a 60 anos, sendo 13 vítimas fatais e 86 graves. No ano passado, foram 208 acidentados, com 30 vítimas fatais e 178 graves. As estatísticas apontam que os pedestres ocupam a segunda colocação na quantidade de acidentes, perdendo apenas para a categoria dos motociclistas.

Rogério Rodrigues ressaltou que diariamente as equipes estão realizando operações nas ruas. “Nossa primeira missão é orientar, explicar o que determina o Código de Conduta no Município, e mostrar os riscos”, disse. Segundo o gerente, quando existe reincidência, o material pode ser recolhido e levado para o depósito da superintendência e o proprietário ainda pode ser multado.

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