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Investigações

Postada em 02/12/2019 ás 15h17 - atualizada em 04/12/2019 ás 10h57

Publicada por: Thiago Maciel

Fonte: Cidade Verde

Policiais cobravam até R$ 30.000 para executar vítimas
As informações são do delegado do GRECO, Gustavo Jung.
Policiais cobravam até R$ 30.000 para executar vítimas

Delegado Gustavo Jung

O delegado Gustavo Jung, do Grupo de Repressão Ao Crime Organizado (GRECO), é presidente do inquérito que investiga 16 policiais, que são suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em diversos crimes, em Teresina. Na manhã desta segunda-feira (2), foi deflagrada uma operação para cumprir mandados de prisão, e busca e apreensão dos supostos envolvidos. A ação foi batizada de Dictum, que quer dizer "limpeza", em Latim.

Dos 16 investigados, 13 são policiais militares, um policial civil e duas pessoas comuns. Até o fim desta manhã, dez PMs, os dois homens e o policial civil haviam sido presos. Três PMs estão foragidos.

O delegado Gustavo Jung afirma que um inquérito, com 227 páginas, reúne material comprobatório, para indiciar todos os investigados. Dentre os crimes supostamente praticados por eles, estão associação criminosa, roubo de carga, extorsão, tráfico de drogas, comércio ilegal de arma de fogo e até assassinatos.

"Cobravam de 20 a 30 mil reais para executar. Pelo menos dois casos foram concretizados", conta o delegado. Dentre os supostos alvos do grupo criminoso, estavam "arquivos vivos" ou pessoas que poderiam atrapalhar as ações criminosas. 

Gustavo Jung disse à imprensa que os PMS presos ocupam postos que vão de soldados a subtenentes. A investigação, que resultou na prisão, iniciou há um ano, após ser identificada a participação de policiais no roubo de carga de um depósito. O delegado não soube informar qual valor os envolvidos teriam conseguido com as ações criminosas. "Foi uma razoável quantia financeira", disse.

O comandante da PM do Piauí, Coronel Lindomar Castilho, adiantou que, se comprovada a participação dos policiais nos crimes, "os destino é a exclusão dos quadros da Corporação". Todos os policiais investigados são lotados em Teresina.

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