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Agespisa Amarante

Postada em 21/09/2017 ás 15h01

Publicada por:

Fonte: ASCOM

Presidente da Agespisa visita obras do sistema de esgotamento sanitário de Amarante nesta sexta (22)
A obra inclui a implantação de 43 quilômetros de rede coletora de esgoto e 2.383 ligações domiciliares.
Presidente da Agespisa visita obras do sistema de esgotamento sanitário de Amarante nesta sexta (22)

Ascom

A Agespisa já executou 95% da obra de implantação do sistema de esgotamento sanitário da cidade de Amarante, localizada a 162 quilômetros de Teresina. O investimento é de R$ 16 milhões, com recursos da Companhia do Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), que vai beneficiar diretamente cerca de 12 mil pessoas.

A obra inclui a implantação de 43 quilômetros de rede coletora de esgoto e 2.383 ligações domiciliares. A cidade contará com uma estação de tratamento de esgoto com capacidade para tratar 18,43 litros por segundo.

A ETE abrange duas lagoas anaeróbias, uma facultativa e uma de maturação. O sistema conta também com oito estações elevatórias de esgoto, cuja função é bombear o fluxo para um nível mais elevado.

“Com a conclusão dos serviços, 70% da cidade de Amarante contará com cobertura de esgotamento sanitário. A previsão é de que em janeiro de 2018, todo o sistema esteja finalizado para beneficiar milhares de moradores”, destaca o presidente da Agespisa, Emanuel Bonfim, que acompanha, nesta sexta-feira (22), o andamento da obra, acompanhado pelo presidente do Instituto de Águas e Esgotos do Piauí, Francisco Costa, e de técnicos da companhia.

Lagoas de estabilização

Com os três tipos de lagoas de estabilização que integram a ETE de Amarante, a Agespisa garante um tratamento adequado dos efluentes, por meio de processos químicos e biológicos. O objetivo é reter a matéria orgânica e gerar água com qualidade, apta para retornar ao meio ambiente.

Por meio de duas lagoas anaeróbias, o material orgânico será decomposto abaixo da superfície, sem contato com o ar. Já na lagoa facultativa, o depósito de lodo no fundo facilita a decomposição anaeróbia (sem oxigenação), mas também ocorre a redução fotossintética e a oxidação aeróbia (com oxigenação). Por fim, as de maturação auxiliam na remoção de micro-organismos causadores de doenças com a ajuda dos raios ultravioletas emitidos pelo sol.

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